Ghost in the Shell é um mangá de influências cyberpunk, criado por Masamune Shirow. Rendeu uma continuação, intitulada Ghost in the Shell 2: Man/Machine Interface, que foi lançada em 2002.

Com o passar dos anos, o mangá foi adaptado em: três filmes anime – Ghost in the Shell, Ghost in the Shell 2: Innocence, e Ghost in the Shell: Stand Alone Complex Solid State Society; duas séries de televisão animadas – Ghost in the Shell: Stand Alone Complex e Ghost in the Shell: Stand Alone Complex 2nd Gig. Todas essas incursões foram produzidas pela empresa Production I.G., assim como um jogo para PlayStation, um jogo para PlayStation 2 e outro para PlayStation Portable.

Ghost in the Shell se passa depois de 2029, marcado pelo surgimento de uma nova tecnologia que permite a fusão do cérebro à computação, à rede mundial.

O ambiente da animação é puro cyberpunk ou pós-cyberpunk, porém o autor foca mais nas ramificações éticas, filosóficas e sociais da fusão em massa da humanidade com a tecnologia, o desenvolvimento da inteligência artificial e a onipresença da rede de computadores como uma oportunidade para reavaliar assuntos como a identidade pessoal, a singularidade da consciência e o aparecimento do trans-humanismo.

O filme de animação, séries e mangá derivados cobrem histórias policiais nas investigações da Comissão Nacional Japonesa de Segurança Pública, Seção 9, especializada no combate a crimes perpetrados com uso da tecnologia.

A protagonista é Motoko Kusanagi, apelidada de Major. Apesar de em tese não haver uma diferença hierárquica entre os membros da equipe, Kusanagi tem a a função de líder tática da Seção 9. O apelido vem da sua época nas forças armadas. Ela tem capacidades sobre-humanas devido a seu corpo cyborg ser especializado para atividades táticas. Apenas o cérebro e um segmento do cordão espinhal são orgânicos.

Trailer:

Agora, a produção de Ghost in the Shell também vai ganhar os cinemas com Scarlett Johansson no papel principal, como Motoko Kusanagi, líder da Seção 9.